terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Uma boa carta...de amor


Belas cartas...De amores....

Cartas são instrumentos de comunicação que funcionam à curta distância, também. É bom para evitar discussões e desgastes ao se tentar dirimir conflitos e mal-entendidos; é bom para, um dia, distante do acontecimento, rever e proteger as lembranças. Uma carta ajuda a recuperar o diálogo através do afetivo e faz emocionar. Uma rusguinha entre casais, uma palavra que foi dita de mau jeito, nada que uma cartinha não resolva e também funciona entre amigos verdadeiros.
Pais e filhos têm nas cartas, uma excelente oportunidade para explicações e pedidos de desculpas sem o risco de maiores desgastes.

Enquanto você escreve a carta, você tem tempo para refletir sobre a impropriedade de dizer coisas que falando, em momento de raiva ou de outra extrema emoção. Enquanto escreve, vai repassando seus sentimentos, e clareando as lembranças dos fatos. E melhor, dando e recebendo chances de reavaliação das situações adversas.
Recordações, bons momentos já quase esquecidos, vêm à tona enquanto se está concentrado nos objetivos da carta, assim como no destinatário. Por isso uma carta de amores - nem sempre será escrita, apenas, para um namorado - , toda ela tem sempre um poder mágico de emocionar. E quando se diz carta de amores, é para lembrar que outras qualidades de amor existem.
Do outro lado, na outra ponta, no mesmo silêncio e concentração está o destinatário ( seu amor, indefeso diante do seu apelo! ). Sem defesas para barrar a emoção, seja ela qual for, pois foi pego de surpresa e receberá o impacto de cada palavra lida e cada frase sentida atingindo seu objetivo. As palavras lidas fazem eco e por isso agregam mais força.
Cartas, ao longo do tempo, transformam-se em peças que contam a história de indivíduos, famílias; contam a história de uma sociedade de um país. Faz a verdadeira História das Civilizações, a História dos Povos.
Cartas desvendam mistérios cartas revelam Contudo, tenha sempre cuidados para que suas palavras não sirvam como instrumentos que possam comprometê-la, lembrando-se de que a palavra pronunciada o vento carrega, mas a escrita fica retida e documentada. Uma carta pode ser uma bandeira branca ou uma declaração de guerra. Cartas de protestos, de indignação justificada são ferramentas esquecidas e que a Internet têm colaborado para a recuperação desse valioso instrumento, na medida em que um E-mail pode ter a mesma representação.
Mas, sinceramente, que uma carta escrita de próprio punho com envelope, selo e tudo, da maneira mais tradicional ainda mantém seu charme e seu poder de comunicação, disso não se tem dúvida. Confira!

Tenha sempre papel e envelopes de carta guardados, dentro de uma caixa. Não se esqueça de deixar um perfume especial que pode ser em sache ou uma simples bolinha de algodão perfumado. Se você, é do tipo elegante e usa caneta tinteiro ( dê um pulinho em perfumes). Numa agência dos Correios, busque por selos bonitos. Se possível, use papel com suas iniciais, ou algum timbre pessoal. Cerque-se de todo material necessário e inicie o trabalho para recuperar o que foi interrompido.
Concentre-se e vá descrevendo os seus sentimentos, com calma e sem medo de se expor. Claro que bom senso nunca é demais. Escreva tudo que está sentindo: ódio culpa, remorso, dor da ausência. Escreva tudo. Depois que terminar, faça uma revisão cuidadosa, cortando o que lhe parecer demais em todos os sentidos. Quando terminar, dobre e a carta no envelope, com estilo. Ponha o nome do destinatário e/ou o endereço, se for o caso. Feche os olhos e siga em frente sem arrependimentos. Desde dos tempos dos tataravôs isto dá certo até hoje, mesmo escrevendo no pc.
Ah, para aquelas sofisticadas, se tiver um sinete para lacrar o envelope com lacre de breu, nossssaaaa!!!!!
Para o pessoal mais despojado ou jovem a sugestão é a mesma, escolhendo o tipo de papel que mais se pareça com você. Mas não se esqueça do seu cheirinho.

Sugestões:
1- Não tenha medo de dizer que o ama com todas as l e t r a s sem medo de parecer brega. Mas também pode ser criativa na maneira de dizer.
2 - Deixe fluir seu próprio estilo de escrever, não forçando vocabulário que ele sabe que você não usaria para falar. Mas isso não significa que você não deva cuidar do texto.
2 - Doçura, paixão e muita, muita sinceridade; coração aberto.
4 - Não deixe de mandar a carta por orgulho ou vergonha. Um dia poderá arrepender-se.
5 - Se você é jovem, vá fundo mesmo, desenhe, faça corações, toda imagem que possa traduzir seus sentimentos.
6 - >>Use uma fotografia que você sabe que revela um belo momento; se você usa computador : uma foto escaneada e impressa na carta fica show.
7 - inclua um pensamento, uma frase de impacto.
8 - capriche no fechamento do texto. Use a criatividade para dar realce ou suporte às palavras. Dicas de Maria da Penha Vieira

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